Espelhos Infiéis
Nebulosas
Celso Furtado
Encadernação

Encadernação
Práticas Editoriais, Colecionismo e Conservação
Novo Lançamento da Coleção Artes do Livro
O que a encadernação revela ao ser compreendida como objeto e como prática que dão forma e realidade ao livro? Quais relações estabelece com o mundo editorial, com o colecionismo, com as artes, com o design ou com o patrimônio documental? Com este volume, no 16o. da Coleção Artes do Livro, a Ateliê Editorial oferece pela primeira vez ao público brasileiro um panorama de respostas a essas perguntas, reunindo mais de trinta estudos de algumas das principais vozes do campo, que situam a encadernação como objeto central da cultura escrita. Gesto técnico, escolha estética, índice de práticas editoriais e de leitura, o livro encadernado é aqui tomado como objeto histórico complexo, atravessado pelo trabalho dos profissionais do livro, por saberes técnicos, circuitos comerciais, práticas colecionistas, códigos simbólicos e políticas patrimoniais. A partir de estudos de caso, reflexões teóricas e análises materiais, a encadernação é observada em diferentes espaços e temporalidades: em oficinas e editoras, no mercado do livro e nas bibliotecas, nas coleções e nos catálogos, nos discursos técnicos e na ficção, nos processos criativos e nos laboratórios de conservação. Apesar de seu amplo alcance, a encadernação permanece à margem dos discursos críticos sobre o livro e a edição. Encadernação: Práticas Editoriais, Colecionismo e Conservação enfrenta essa lacuna ao colocar em diálogo diferentes tradições – da história do livro aos estudos literários, da biblioteconomia aos estudos editoriais, das artes visuais ao design, da bibliologia à conservação-restauração. Ao fazê-lo, em um contexto de profundas transformações da cultura escrita, os trabalhos aqui reunidos ajudam a reinscrever os sentidos do livro no passado e no presente.
Coleção Artes do Livro n. 16
Organizadora: Ana Utsch
Projeto Gráfico e Diagramação: Negrito Produção Editorial
Ilustrado, colorido
Aldo Manuzio, Veneza e o seu Tempo
R$ 206,00Nova Coleção
Inventores de Livros – vol. 1
O Inventor de Livros: Aldo Manuzio, Veneza e o seu Tempo
A coleção Inventores de Livros pretende resgatar a vida e obra dos pioneiros da tipografia e da impressão, ao render homenagem aos grandes tipógrafos e editores que possibilitaram a difusão da cultura e mudaram o mundo como o conhecemos: Aldo Manuzio, Johannes Gutenberg, Christophe Plantin dentre outros. Sob a coordenação de Plinio Martins Filho e com edição, notas e projeto gráfico de Gustavo Piqueira, a coleção traz referências, textos e imagens sobre os parâmetros fundamentais que embasaram a arte tipográfica e que ainda se encontram presentes nos livros de hoje.
O primeiro volume O Inventor de Livros: Aldo Manuzio, Veneza e seu Tempo traz a vida e obra do tipógrafo italiano que, além de estabelecer inúmeros procedimentos tipográficos que servem de modelo até nossos dias, desenvolvendo como poucos a arte da impressão de livros, foi também o primeiro a exercer o papel de editor como conhecemos hoje. Seu trabalho reunia as mais recentes descobertas tipográficas ao esmerado trabalho filológico, com o qual possuía grande familiaridade. Foi com Aldo que se firmou o livro moderno, com capa dura, folha de rosto com marca do impressor, sumário, paginação padronizada, itálicos, cólofon. O formato de bolso (in-octavo) permitiu a portabilidade do livro e revolucionou o modo de ler.
Dono de prodigiosa erudição e detentor de notável capacidade de criar e manter relacionamentos com as mais proeminentes figuras da cultura de seu tempo, Aldo tem lugar de destaque no panteão dos restauradores da cultura clássica pelo seu trabalho de edição de obras completas dos grandes autores gregos e latinos. A imprensa aldina foi responsável pela segunda fase do Renascimento: aquela que viu a popularização do resgate dos valores estéticos, morais e conceituais da Antiguidade greco-romana. Na esteira de seu trabalho, os livros de Platão, Aristóteles, Cícero, Plínio saíram dos muros das bibliotecas monásticas, surgindo então uma cultura clássica secularizada.
A coleção Inventores de Livros, em coedição com a Editora Mnema, não é dirigida apenas ao conhecedor do livro, de sua história e de suas técnicas. Destina-se, sobretudo, ao leitor interessado em conhecer melhor as origens e as pessoas por trás da trajetória e da evolução deste objeto que tem em mãos: o livro.
Coleção Inventores de Livros (vol. 1)
Nota Introdutória, Iconografia e Design: Gustavo Piqueira
Tradução: Antonio de Padua Danesi
15 Prêmio BDA – Brasilian Design Awards
OURO na categoria Design Editorial/Livros
História da Cerveja no Brasil
OKTOBERFEST
A História da Cerveja no Brasil – O Legado de Stupakoff e Künning é o relato do trabalho de pessoas visionárias que vislumbraram a possibilidade de ajudar a construir uma grande Nação.
Após cuidadosa pesquisa, Rogério Furtado e Henri Kistler compartilham com os leitores e apreciadores de cerveja tudo o que descobriram sobre a presença da bebida na vida dos brasileiros. A obra A História da Cerveja no Brasil – O Legado de Stupakoff e Künning retoma um gênero pouco praticado entre nós – a história empresarial, temperado com doses certas de história dos costumes, da difusão da tecnologia, e de estratégias de negócios. Descrito assim, o projeto pode parecer demasiado, mas os autores conseguiram equilibrar informações de qualidade apresentadas com uma linguagem agradável de se ler, entremeada por imagens muito bem selecionadas. Um aspecto importante da obra é relembrar ao leitor que o mundo dos negócios é feito de escolhas, da concorrência acirrada, de alianças na cadeia de suprimentos, de atritos entre investidores e empresários, de negociações com os poderes públicos. Também há produtos que alcançam boas vendas e geram lucros, enquanto há outros que não têm o mesmo sucesso. Acima de tudo, a produção industrial, bem como a sua venda e difusão requerem inteligência e trabalho. Envolvem, portanto, muita gente. Em tempos de hiperconsumo, este livro é uma obra oportuna. [Professora Teresa Cristina de Novaes Marques Universidade de Brasília – UnB]
Semifinalista do Prêmio Jabuti 2025,
categoria Economia Criativa
Indicado pela Folha de S.Paulo como melhor livro lançado em 2024
para presentear no Natal (www.folha.uol.com.br)
Moleque de Fábrica – Uma Arqueologia da Memória Social
Aproveite a oferta!
50% de desconto!
Na sua primeira edição (2011), esse livro recebeu o título de Uma Arqueologia da Memória Social. Agora reeditado em 2018, todo revisado, vem com o novo título Moleque de Fábrica – Uma Arqueologia da Memória Social.
O autor nos apresenta uma trajetória pessoal de adversidades e superações, expondo o Brasil pela margem de dentro de seus dilemas, dias de blecaute e racionamento da Segunda Guerra Mundial, a morte de Getúlio Vargas, a greve dos 400 mil, em 1957, a violência doméstica resultante do embate entre a ordem rústica que se desagregava e o urbano anômico que se impunha. Com seu olhar microscópico e cotidiano, José de Souza Martins conta sua infância e adolescência, na roça e na fábrica, traçando o retrato de uma era decisiva no advento da modernidade no Brasil: a era Vargas. Sua história é um convite à iniciação nas ciências humanas. Um jeito diferente de conhecer o que elas têm a dizer sobre o homem comum sem desconhecer-lhe o imaginário que dá sentido às incertezas do viver sem rumo.





















