


Memórias Póstumas de Brás Cubas
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[Lista Udesc 2024] Após a morte, Brás Cubas decide contar a estória de seus amores e sua classe. Apesar desse mote fantasioso, o primeiro grande livro de Machado de Assis é um retrato realista do Segundo Reinado brasileiro. De maneira crítica e bem-humorada, o defunto conversa com o leitor para narrar casos de adultério e tramas políticas da elite do período. Além de um ensaio estimulante sobre o texto machadiano, o professor Antônio Medina Rodrigues preparou mais de 500 notas que explicam a obra e seu contexto.
Prefácio e Notas: Antônio Medina Rodrigues (USP)
Ilustrações: Dirceu Marins
Descrição
Forma e Sentido nas Memórias Póstumas de Brás Cubas – Antônio Medina Rodrigues
- A Enunciação
- A Identidade de Brás Cubas
- Os Dois Planos do Livro
- Nós e o “Defunto Autor”
- Ficção e Silogismo
- Memória e Laconismo
- As Pressuposições
- Três Dimensões
- A Base Narrativa
- As Duas Mulheres
- A Utopia
- Uma Visão Política
- O Narrador quando Jovem
- Volta ao Lar
- Família
- A Narrativa e as Cirandas
- Dores do Mundo
- Acaso e Determinismo
- A Morte Superando a Morte
- A Dança (Perfeita) dos Astros
- Superstição e Racionalidade
- Outono / Inverno
- A Narração
- O Foco Narrativo
- O Corpo e a Fronteira
- Verbo e Vida
- A Digressão
- A Recolha
- O Momento da Lírica
Memórias Póstumas de Brás Cubas
Machado de Assis – Visão de Conjunto – Antônio Medina Rodrigues
- Preliminares
- Obras
- A Evolução do Romancista
Notas
Informação adicional
Peso | 0,498 kg |
---|---|
Dimensões | 12 × 18 × 1,2 cm |
ISBN |
978-85-7480-598-6 |
Páginas |
312 |
Edição |
5a. edição |
Ano |
4a. reimpressão 2016 |
Encadernação |
Brochura |
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Autores

Antonio Medina Rodrigues (1940-2013) foi professor do Departamento de Letras Clássicas e Vernáculas da USP na área de Língua e Literatura Grega. Além de seguir carreira acadêmica, foi poeta, ensaísta e crítico literário - tendo colaborado com veículos como o jornal O Estado de S.Paulo e Folha de S. Paulo. Medina escreveu obras como As Utopias Gregas (Brasiliense), Ideias (Experimento), Canto do Destino e Outros Cantos (Iluminuras), e traduziu, entre outros, As Aves e Lisístrata (34), de Aristófanes. (Agência Estado)

Joaquim Maria Machado de Assis (1839-1908) começou como aprendiz de tipógrafo na Imprensa Nacional, logo se tornou colaborador do Correio Mercantil, Diário do Rio de Janeiro, Semana Ilustrada e Jornal das Famílias (em 1858). Mais tarde também escreveu para a Gazeta de Notícias, Revista Brasileira e O Globo. Foi um dos fundadores da Academia Brasileira de Letras, na qual ocupou a cadeira n. 23. Sua literatura se divide em duas fases, sendo a primeira romântica e a segunda realista, na qual publicou obras mundialmente conhecidas e que o tornaram a maior figura da literatura brasileira. A Ateliê Editorial publicou suas obras: Várias Histórias, Quincas Borba, Memórias Póstumas de Brás Cubas, Dom Casmurro e Esaú e Jacó.
Lucas –
Excelente obra, dispensa comentários.
Quanto ao livro, uma primorosa edição com ótima fonte, papel, e organização. Um dos melhores livros de bolso do mercado.
Luiz Alves Botelho –
Excelente material, ótimo prefacio, papel amarelo, com orelhas. realmente muito capricho ; com certeza o melhor pocket do mercado.
Rubem Amaral Jr. –
Totalmente satisfatório.
Alexandre Lamounier Rodrigues –
A Ateliê, assim como algumas outras editoras, por falta de atenção, escrevem ternura no lugar de tenrura (qualidade de tenro). Vide página 215 linha 20.
O exemplo do verbete no dicionário Aurélio, é justamente a frase do Machado de Assis.
Atenciosamente,
Alexandre